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A televisão por assinatura, televisão de pagamento , televisão premium ou televisão por subscrição, é um serviço de televisão com conteúdos exclusivos, referente a uma plataforma multicanal ou a um único canal de pagamento. Para a sua visualização, requere-se contratar o serviço com a companhia distribuidora, estando disponível através do plataformas de televisão por cabo, satélite e IPTV.[1] O serviço de pagamento por visão (PPV) e vídeo sob demanda é uma opção complementar que oferecem algumas plataformas de pagamento, na qual o usuário paga para aceder a um conteúdo televisivo concreto, como um evento desportivo ou filme. A televisão por assinatura no Brasil tinha, até o mês de Agosto do ano de 2011, 11,6 milhões de clientes (com 38,3 milhões de moradores) em todo o país.[2] O setor era praticamente monopolizado pelas empresas NET e SKY Brasil que distribuem praticamente os mesmos canais de televisão paga, com poucas variações, no entanto, a Claro TV – que, como a NET, também é de propriedade da mexicana Telmex -, chegou com novos preços e canais, e já é a 3ª maior operadora do Brasil. Entre os canais que estes operadores distribuem, estão os canais Globosat, considerados entre os mais vistos do mercado. Estes canais são de propriedade da Organizações Globo. Recentemente, devido a acordos com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), produtos de uma ação da associação Neo TV (que reúne a maioria dos operadores independentes do mercado), tais canais poderão ser distribuídos por tais operadoras independentes. A NET, de propriedade da mexicana Telmex, com parcela minoritária da Rede Globo,[3] consolidou sua liderança no mercado com a aquisição da VIVAX em 2006 e da operadora BIGTV no final de 2007. A Vivax operava no interior de São Paulo e a BIGTV opera a praça de Guarulhos, considerada estratégica. Em 2006, novos jogadores entraram neste mercado. Eles são as operadores de telefonia fixa ou operadores incumbentes. A espanhola Telefônica, gigante da telefonia no estado de São Paulo lançou serviços de DTH em parceria com uma empresa que já operava no segmento, a Astralsat, criando a VocêTV. Em 2007, a multinacional espanhola obteve permissão da Anatel para lançar um serviço próprio, a Telefônica TV Digital, atualmente Vivo TV. Com a queda de receita do negócio de voz e dados, avançar em cima deste mercado de TV paga era um passo lógico para eles, e uma forma de defender seu negócio tradicional avançando no negócio dos operadores de televisão paga. Já estes últimos, faz alguns anos, entraram no serviço de internet em banda larga concorrendo com o serviço ADSL operadora pelas incumbentes. Também em 2006, a Telefônica entrou com autorização para a aquisição da TVA, do Grupo Abril, na forma permitida pela lei. Nisto, encontrou grande oposição da ABTA, entidade de classe que nucleia operadores de televisão paga e os principais programadores. Mesmo assim, a operação foi autorizada pois não vulnera a lei no parecer da Anatel. A operadora Oi antiga Telemar conseguiu permissão para a aquisição da operadora mineira Way TV atual Oi TV comprada em um leilão em 2006. Em novembro de 2008, a Embratel, também do ramo de telefonia entrou no negócio com sua operadora, inicialmente chamada Via Embratel e, atualmente, operando com o nome Claro TV.